Um dia inicia branco, claro como o sol.
Uma verdade o ilumina ainda mais, uma ansiedade o escurece.
A expectativa ruim piora as condições do clima, então você tropeça e ai sim, quebra todos os dentes.
Mas o dia não termina antes do sol se por.
E quando isso acontecer, pode esperar, ele vai nascer de novo!
Medo de amar…
Nós temos muito medo de amar. Temos medo de não ser correspondidos, um medo infantil, por ser derivado da onipotência que temos e que é correspondida quando somos crianças.
Por isso o verdadeiro amor deve ser desapegado de qualquer retorno.
Auto-estima
Tenho aprendido um pouco sobre isso com algumas leituras e práticas.
Descubro a cada passo que não há nenhum segredo e que o caminho era conhecido muito antes de eu o encontrar em livros.
Ele existia antes de tudo em meu coração. Em cada coração existe a escritura sagrada, a mais perfeita fonte de consultas.
Para a auto-estima, é necessário o amor próprio, o querer. A submissão gratuita destrói a personalidade. Apenas a renúncia ponderada pode ser construtiva.
Sempre que somos “feridos” permitimos que isso aconteça, por falta de auto-estima. Devemos nos desarmar, devemos fazer sem esperar em troca e então poderemos confiar profundamente em nós. Com isso teremos liberdade e desenvolveremos relacionamentos cada vez mais profundos e sinceros.
Lembrem-se que existe em cada um de nós uma centelha divina, uma semente da perfeição, todos sentem isso quando se sentem capazes de algo melhor e sempre haverá algo melhor. Trabalhemos isso.
Fiquemos em paz