3 03UTC Outubro 03UTC 2008 at 18:06 (Sem Categoria)

O verdadeiro amor se faz não nas semelhanças que atraem, mas na compreensão amorosa das divergências. Sim, as pessoas se aproximam e até se apaixonam pelas semelhanças, o que não é mais que um ato que reduz a pessoa por quem se apaixonou aquilo que te agrada. Mas é no tempo longo, descobrindo e amando as divergências que nasce o sentimento puro e divino, firme e perfeito. O amor portanto, é mais construído que surido de repente. É bem verdade que podem existir amor a primeira visa, são casos belíssimos.
Portanto, o amor deve significar respeito e afeto por todas as decisões. Libertar-se dos maus julgamentos. Ter certeza de que também os maus julgamentos estão “nos olhos de quem vê”. E por isso, antes do outro estar errado, estou eu por mau julgá-lo.

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2 02UTC Outubro 02UTC 2008 at 0:21 (Sem Categoria)

Ah, Hipócrita! Como podes fazer o que mais condena? A reflexão é ver em si o que observamos em outrem. Repara o abismo entre tuas palavras e atitudes e trabalha a primeira para que ela se torne a cada dia mais pura, porém de nada adianta se ela não servir de paradigma para a tua atitude.

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Desconfiança

1 01UTC Outubro 01UTC 2008 at 16:13 (Sem Categoria)

A desconfiança, antes de ser uma precaução, é um veneno, é uma faca de dois gumes. Fere o desconfiado pois está sempre à procura de algo que traia sua confiança e fere o que sofre da desconfiança alheia pois na maioria das vezes não dá motivos para que isso aconteça.

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