Humanismos a parte…

28 28UTC Abril 28UTC 2008 at 23:28 (Escritos)

…é como a mídia parece tratar o “caso” Isabella Nardoni. A morte se tornou caso e do caso se faz dinheiro. Os abutres estão à solta. A privacidade se esconde e preserva-se privada. Ninguém tem o direito à paz, ou justiça, nem os pais, madrasta, mãe etc. Culpados ou não, cabe ao Estado dizê-lo! A mídia nada mais deve fazer do que divulgar o acontecido e trazer uma reflexão, para que pensemos o caso, nos apropriemos dele.

Há muito percebo que a mídia age como o quarto poder do Estado. Ela bota e tira quem quer do governo, diz e desdiz o que quer na ordem que quiser. É preciso regulá-la? Nâo, é preciso honestidade. Leis existem aos montes, mas não funcionam, mesmo que funcionassem, haveria o sentimento de tentar rompê-las.

Jornais, seriados e novelas, não fazem outra coisa a não ser nos alienar. Nâo digo isso dos que assistem de forma reflexiva, como penso que devemos fazer a maior parte das coisas. Digo daqueles que fazem da novela sua diversão, não comem ser ligar a televisão, são dependentes desse aparelho sagrado.

Pensemos um pouco, vale a pena pedir que os outros se calem para que possamos ouvir uma novela? Será que não é como o professor que escuta dos alunos um pedido de silêncio para que possam conversar? Será que a televisão é um bem bom? Ou ela ao nos aproximas visualmente de pessoas tão distantes fisicamente não provocam como reação o efeito contrário?

Um abraço à todos e muita reflexão!

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Por que teimamos em não nos ouvir?

28 28UTC Abril 28UTC 2008 at 23:15 (Escritos)

Todos os dias, incontáveis vezes no mesmo dia, somos obrigados à tomar decisões. Mas por que não nos ouvimos?

Você nunca escutou aquela vozinha do anjo e do diabinho no seu ouvido? Ou você ouve e não consegue saber quem é bom ou mal? Tomar decisões não é coisa fácil de se fazer, ainda mais quando somos forçados a decidir rapidamente.

Precisamos ouvir nossa “voz interior”. Nesses momentos, uma parada pra reflexão, recordar os princípios e sempre priorizarmos é fundamental, na minha opinião. Decidir pelos caminhos que não prejudique os outros é sempre o melhor. Mas o que eu vou fazer não prejudica! prejudica?

Ter uma visão holística das situações, tomar opiniões diversas e refletir bastante, aceitando as mais diversas possibilidades é o que tento fazer…

Pensemos um pouco, fazer ou não fazer, eis a questão!

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