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Eu, tu, eu’s

“Mas tem dias em que nada faz sentido, e os sinais que me ligam ao mundo, se desligam” Já dizia Frejat. Acho que todos passam por isso algumas vezes durante a vida. Passei por isso algumas vezes e mais recentemente essa semana. Às vezes simplesmente não sei o que fazer, às vezes não tem quem me escute, às vezes não tenho perspectivas. Às vezes eu… eu é o problema. Quer dizer, eu sou o problema. Mas não é culpa minha, nasci assim. Olhando sempre pro meu imbigo. Não estou muito preocupado com o dos outros, talvez com o de pessoas próximas, que amo declaradamente. Mas nesse momento, nem elas importam. O que me dói é que eu não tem esperança nesses momentos. Eu é que parece não ter jeito. 

Calma, não estou esquizofrênico. Explico. “Eu” é uma construção. Desde meu nome, meu comportamento e até mesmo meu código genético. Tudo construído. Mas porque parece ter algo errado? Porque sofro? Porque essa construção, na maior parte do tempo, se deu alheia a minha vontade. Eu nem me dei conta e me tornei assim ou assado, mais isso ou aquilo. Nalgumas vezes reagi bem, não em todas. Talvez nem na maioria, principalmente quando depois de me tornar, eu me destorno, ou seja, passo por uma desconstrução. Quando uma construção vem pra me engrandecer, meu alheia a minha vontade, eu gosto disso, mas quando é o contrário, o apego vem da mesma forma, e eu sofro. 

De fato, entender isso já alivia. Mas a motivação mesmo é descobrir que essa construção e desconstrução pode também ser por vontade nossa, e pode acontecer independente de possíveis consequências. Podemos escolher o que fazer, mas quando escolhemos independente das possíveis consequências, independente dos resultados para esse “eu”, começamos a nos liberar. Mas se fazemos escolhas que produzem felicidades para outros “eu”s, esse é o remédio. 

 

Controle x Comoção

Precisamos do controle quando não aceitamos o outro com suas idiossincrasias, suas potencialidades e defeitos. Assim, a pessoa fica sempre numa situação de desconforto, isso vale para TODAS as relações.
Quando conseguir entender a pessoa como ser humano, igual a nós, com o mesmo objetivo que é ser feliz, assim podemos nos relacionar verdadeiramente com ela, estabelecendo um dialogo autêntico. Dessa forma, as pessoas podem se comover. Comover significa um estado de interesse tal que faça com que a pessoa se mova em direção a algo. A empresa consegue nos impulsionar através da recompensa da remuneração total e alguns benefícios, e tenta, criando uma filosofia, uma marca, slogans etc, nos comover. Entretanto dificilmente consegue pois a intenção da empresa não é estabelecer um diálogo autêntico, é apenas comunicar a própria ideia. Dessa forma, não há como comover as pessoas. Assim, resta tentar o controle.
O controle, como conversamos, gera desconforto e até prejuízos claros a saúde. Se as pessoas que são de fato a organização, ou seja, o dono, age dessa forma, a empresa não tem como fazer o contrário, ele cria uma cadeia de ações desse tipo. Já conversamos sobre isso. Se o dono te pressiona, você tende a repassar essa pressão causando o mesmo desconforto ou até pior a outros.
Mas se surge a oportunidade de você empreender em seu negócio e realizar um sonho, essa ideia te comove e mesmo que você trabalhe mais e ganhe menos, você pede demissão e inicia esse projeto. Ou seja, você tomou uma decisão teoricamente irracional (perder um bom emprego) para ganhar menos, arriscar mais e trabalhar mais. Mas você acaba por se libertar de algumas prisões. Mas não todas. A comoção última é quando nos importamos completamente e verdadeiramente com o bem estar de todos os seres e trabalhamos com esse objetivo. Isso acontece quando percebemos que, ao ajudar o outro, nos alegramos. Nesse ponto, todos os paradigmas podem ser quebrados, até mesmo o modelo racional-burocrático de administrar dentro da lógica econômica e capitalista, também paradigmática e temporária.

Many see yoga as a fad or simply a health enhancer. But a number of scientific studies have found it effective as a therapy in treating mental and psychiatric disorders.

“Some believe that yoga should be used only for prevention and health promotion and not as a therapy for illnesses,” said B.N. Gangadhar, who heads the psychiatry department at the National Institute of Mental Health and Neuro Sciences (NIMHANS), Bangalore.

“The reality is that it is being increasingly used as a method for treating various disorders, either alone or as in addition to other therapies, including psychiatric ones,” Gangadhar, also director, Advanced Centre for Yoga at NIMHANS, told IANS.

A study co-authored by Gangadhar and three associates examined the effect of yoga as a therapy supplementing medical treatment of schizophrenia, a severe mental condition, which registers failure rates as high as 50 to 60 percent. The condition is ranked as the ninth leading cause of mental disability worldwide.

Roughly half of 61 schizophrenia patients were randomly assigned to yoga therapy and the other half to physical exercise for four months. Ten from each group had dropped out during the therapy.

The yoga therapy group showed significantly greater improvement in mental or behavioural disorders than those in the physical exercise group. The yoga group also performed better in social and occupational functioning.

Some of the symptoms of schizophrenia are hallucinations (hearing voices), delusions (often bizarre) and disorganized thinking and speech, which render the patient’s life chaotic and distressful.

Another study led by Gangadhar found that Sudarshan Kriya Yoga (SKY) significantly lowered stress by bringing down high plasma cortisol levels among patients, which indicate stress or illness.

SKY is a method of breath control pioneered by Sri Sri Ravi Shankar’s Art of Living Foundation.

Similarly, M. Javanbakht, a psychiatrist at Iran’s Islamic Azad University, and others found yoga eased mental conditions such as depression and anxiety in women.

Participants in Iran were assigned to two groups: one that went through two yoga sessions of 90 minutes each every week for two months and another which did not do any yoga. Women in the yoga group registered a significant decrease in anxiety and depression levels.

Complementary and alternative medicine (CAM), which includes yoga, is now being increasingly used for easing anxiety, stress and depression. Some studies suggest that the percentage of patients availing themselves of CAM could be as high as 60 percent, said Gangadhar.

“A functional brain imaging study at NIMHANS demonstrated that chanting of Aum deactivated certain brain areas bearing on our emotions, particular anger and fear, (and producing a calming effect),” said psychiatry associate professor Shivarama Varambally.

“This indicates that Aum chanting may help in emotional control and reduce negative emotions,” Varambally added.

Johns Hopkins University’s Arthritis Centre reports that scientific studies on the effect of yoga on rheumatoid arthritis and osteoarthritis are “promising,” with results showing “some improvement in joint health, physical functioning, and mental/ emotional well-being”.

The centre suggests that such studies show yoga is a “safe and effective” way to increase muscle strength and improve flexibility, areas of core interests to arthritis sufferers. Besides, yoga can increase mental energy and help a patient develop positive feelings and help keep negative feelings in check.

Yoga, derived from a Sanskrit word meaning ‘yoke,’ is designed to integrate one’s body, mind and soul so that the entire system functions harmoniously.

“Many might argue that such a time-tested practice does not require any proof, but contemporary medicine can accept yoga only after thorough validation through scientific tests,” Gangadhar concluded.

DisclaimerBioscholar is not intended to provide medical advice, diagnosis or treatment. The articles are based on peer reviewed research, and discoveries/products mentioned in the articles may not be approved by the regulatory bodies.

(http://news.bioscholar.com/2011/09/yoga-effective-in-treating-psychiatric-disorders.html) acessado em 3 de outubro de 2011 às 18:43

A tradução vem em breve! 

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